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segunda-feira, 27 de abril de 2009

Posted by William Mendes - @WillCenter On 23:01 0 comentários

Tomb Raider Anniversary Trailer

Posted by William Mendes - @WillCenter On 22:59 0 comentários

Análise de Halo Wars

Durante a última década, nós gamers de todo mundo pudemos observar desde a sua concepção a evolução de uma das séries de maior sucesso da história dos games. A Bungie Studios passou todo esse tempo refinando a sua fórmula de sucesso para jogos FPS com a épica série Halo. A saga da batalha entre a humanidade e os alienígenas invasores já emplacou três fantásticos games para os consoles Xbox da Microsoft, e esse sucesso só tende a crescer nos próximos anos que estão por vir.

A série Halo ficou conhecida não só pela sua intensa jogabilidade, gráficos maravilhosos, e pela sua fantástica experiência de jogo multiplayer, mas sim pela excelência com que o jogo misturava todos esses elementos com uma trama absolutamente envolvente e apelativa perante os gamers de todo o mundo.

Passada uma fantástica trilogia ao longo de quase dez anos, agora pela primeira vez a série Halo irá tentar uma nova investida se expandindo além do gênero FPS com o novo Halo Wars. Trabalhando próximos da Bungie e da sua fórmula de ouro, a Ensemble Studios será o estúdio responsável por desenvolver o game de estratégia em tempo real no popular universo do enigmático Master Chief.

Ao invés de apostar nas fórmulas de jogos de estratégia mais conhecidos do grande público, como Age of Empires, Starcraft ou Command & Conquer, a Ensemble se ateve à fórmula da Bungie em Halo Wars trazendo missões muito bem criadas, com movimentos de ação sempre em direção em frente, além de deixar de lado aquelas complexas árvores tecnológicas, múltiplas construções e operações para juntar recursos. Por causa disso tudo, Halo Wars é um título simples de ser jogado e que também pode ser indicado para muitos iniciantes no gênero de estratégia em tempo real.

Comparado aos outros jogos citados acima, Halo Wars oferece ao jogador menos controle sobre as suas operações, como construir exércitos e a maneira como você atinge os seus objetivos. HW passa longe daquela clássica experiência de jogos RTS onde a sua principal missão é criar um enorme exército para destruir o seu inimigo. O game é feito na medida para uma ótima jogabilidade nos consoles e não é uma simples versão adaptada de PC para o console, o que geralmente apresenta problemas. As ações de jogo foram projetadas para reproduzir o máximo da precisão de teclados e mouses nos joysticks do Xbox que possuem um número limitado de botões, além de um sistema de navegação de tela mais lento. A Ensemble Studios procurou tomar todos os cuidados com HW já que o jogo para Xbox 360 foi desenvolvido inteiramente do zero, e o seu sistema de controle mostra isso claramente, porém, muitas das opções do jogo não funcionam como foram anunciadas e isso poderá irritar alguns gamers. Bom, mas isso não é motivo para arrancar os cabelos já que todo o resto de HW é muito bem resolvido e de uma maneira bem simples.

Praticamente todas as ações de Halo Wars podem ser feitas apenas com o toque em dois botões e as suas escolhas sobre o que produzir/construir no jogo são igualmente simples e seguem o esquema usado em Mass effect onde um menu radial aparece para você decidir o que fazer, porém, em HW esse menu nunca tem mais do que oito opções diferentes para você escolher o que facilita muito o game melhorando ainda mais a experiência de jogo. Para se ter uma noção de como as ações de HW são simples, no campo de batalha basta apertar o botão A para selecionar uma unidade, usar o analógico esquerdo do seu joystick para mover o cursor pela tela e depois apertar o botão X para ordenar que sua unidade se mova para o local designado, fácil né? Se o local que você escolher estiver vazio, a sua unidade irá se mover até lá tranquilamente, porém, se o local estiver ocupado por algum inimigo, a sua unidade irá automaticamente atacar o seu oponente. Ainda falando sobre as suas unidades, a maioria dela possuem um ataque especial, que poderá ser usado em qualquer momento do jogo. Porém, após você usar o ataque especial você precisará recarregá-los, portanto use-os de maneira inteligente ou você poderá se complicar no jogo.


As missões das campanhas de Halo Wars são jogadas sob a perspectiva de visão do United Nations Space Command (Centro de Comando Espacial das Nações Unidas) e no início de cada missão é dada a você uma única base de operações com local já designado pelo game, ou então um local, também já definido, para construir a sua base. Em alguns níveis da campanha, e na maioria dos mapas multiplayer, você terá a oportunidade de construir bases operacionais adicionais, mas apesar disso, essas bases adicionais terão locais já designados para serem construídas. Enquanto muita gente pode achar isso restritivo em Halo Wars, por outro lado não há como negar que essa função do jogo melhora muito o processo de construção de bases fazendo com que o game tenha um foco mais ampliado nas suas ações de jogo, algo que pode ser utilizado em outros jogos RTS que virão por aí.

Se você não se entusiasmou com essa atração de HW tenha calma, pois mesmo que suas bases tenham lugar pré-definido, isso não influi drasticamente na sua estratégia de jogo. Halo Wars demanda tanto gerenciamento de recursos quanto estratégias para destruir seus inimigos, assim como na maioria dos RTS existentes no mercado, já que cada Supply Pad que você constrói irá prover uma quantidade de recursos suficientes para que você construa o seu exército, amplie a sua base ou produza superarmas.

A Ensemble trabalhou duro nos gráficos de Halo Wars, e o seu esforço parece ter valido a pena. Os gráficos do game impressionam e são extremamente detalhados, o que pode ser visto nos efeitos das partículas ou no modelamento dos danos que são muito legais de serem assistidos, além disso, outro fator que contribui muito para a experiência visual de HW são as unidades da USNC e Covenant que foram perfeitamente recriadas para reproduzir o visual embasbacantes dos jogos anteriores de Halo. E não para por aí...

As cutscenes em Halo Wars são incríveis, e adicionam uma ótimo peso ao jogo e aos seus personagens. Para cada uma das quinze missões do jogo há uma cutscene que farão você vibrar ainda mais por ter conseguido ultrapassar um nível. Se há algo negativo a se comentar sobre a trama de HW é que a história do game talvez não se compare aos padrões dos outros jogos anteriores da série, mas nada que assuste. Os fanáticos da história de Halo não irão se desapontar com a maneira que a Ensemble e a Microsoft trouxeram essa nova vida ao mundo de Halo.

Como dito acima, a história de Wars não é tão empolgante quanto a trama dos jogos da trilogia original, não por que a trama seja falha ou algo do tipo, mas, principalmente, pelo fato de que tudo o que acontece no jogo é cheio de estereótipos e clichês, como aquela coisa da sua galáxia em constante perigo. Os dois personagens principais do game, Sargento John Forge e a Prof. Ellen Anders são perfeitos exemplos de arquétipos/estereótipos de games ou filmes desse estilo, um é o clássico sargentão durão que não aceita trabalhar junto com uma mulher, no caso, a Prof. Anders. Apesar disso, temos que destacar Serina, uma "robô" de inteligência artificial criada para ajudar os humanos, ela talvez seja de longe a melhor personagem do game.

Mesmo com as "falhas" a respeito dos personagens, Halo Wars compensa esse fator com uma incrível devoção ao clima envolvente da série Halo. A história do game ainda mantém proporções épicas e existem momentos fantásticos no game que farão você pular da cadeira. Até mesmo a interface e os extras do game são totalmente Halo, os conhecidos níveis de dificuldade do game também estão aqui, além das Skulls que aparecem espalhadas pelos níveis do jogo para que você colecione objetos especiais na sua campanha. Ao utilizar cada uma dessas Skulls coletadas você irá se sentir totalmente imerso no ambiente de Halo 3 e, sem dúvida, irá se lembrar de muitos momentos que você passou jogando esse game.

Se há algo que realmente marque Halo Wars são bons toques que mostram claramente a personalidade e a dedicação da equipe de desenvolvimento ao universo Halo. Os fãs mais hardcore da série irão encontrar algumas boas coisas nas cutscenes do game, além de também poderem desbloquear uma linha de tempo que descreve toda a história da luta da humanidade pela sobrevivência.

Como a intenção da Ensemble era fazer um game totalmente nos padrões de Halo, claro que não poderia faltar um ótimo modo multiplayer, e a desenvolvedora não deixou de lado essa atração. Halo Wars apresenta um sistema de partidas multiplayer muito semelhante ao sistema da Bungie para Halo 3. Tudo o que você tem que fazer é simplesmente acessar o menu multiplayer que o game irá procurar automaticamente alguém ou um grupo de jogadores para que você acessar uma partida para se divertir.

Há uma boa atenção em relação ao detalhes no modo multiplayer, desde o sistema de ranking similar a Halo 3 até o sistema de transparência, onde Halo Wars mostra o ranking dos seus adversários no TrueSkill. Ainda é um pouco cedo para se falar sobre a experiência online do game e como ele se comporta na Xbox Live, porém pelo pouco testado até o momento todas as coisas funcionarem muito bem, o Voice Chat funcionou bem, não houve qualquer lag e encontrar partidas foi muito rápido.

Diferentemente do modo campanha single onde você só controla os humanos, no modo multiplayer você poderá controlar as duas facções do universo Halo: a UNSC e os invasores alienígenas da Covenant. Um fator bem legal do jogo multiplayer é que você pode escolher um líder para a sua facção, sendo que, cada um deles poderá fazer muita diferença na sua estratégia no campo de batalha, o que é um toque muito legal de HW. Cada líder te dará acesso a diferentes unidades, bônus entre outras coisas no game.

Você poderá jogar partidas online em 1x1, 2x2 ou 3x3 em 14 mapas feitos especialmente para o modo multiplayer que, diferentemente do modo campanha, irão fazer os fãs de Halo sentirem que estão jogando um game de RTS mais próximo do que todos estão acostumados a ver. Assim como nos games FPS de Halo, a campanha de Halo Wars é cheia de ação rápida e divertida, com missões com objetivos cuidadosamente definidos.

Muitos fãs de Halo irão gostar da investida da Ensemble de misturar o gênero RTS com o épico universo da série. Se você é um desses fãs, com certeza irá encontrar muita diversão em Halo Wars, e até mesmo para você que não é um grande entusiasta do gênero de estratégia, Halo Wars é uma ótima pedida para a sua iniciação nesse gênero de jogo tão viciante, porém, se você for um daqueles fãs ultra hardcore procurando ação em cada poro, talvez você possa se desapontar um pouco com as opções de jogo de HW.

Halo Wars definitivamente consegue atingir o ponto na investida em trazer o universo Halo ao gênero de estratégia em tempo real. O que mais marca no game é, sem dúvida, a atmosfera de Halo que é presente em todos os lugares do game, e esse é uma de suas maiores forças, vale também o destaque para as cutscenes cinemáticas de HW que são fantásticas, apesar do personagens pouco expressivos e estereotipados. Em geral, Halo Wars é uma boa e nova experiência para esse épico universo criado pela Bungie ao longo de quase uma década, os fãs da série não irão se decepcionar com o resultado da investida da Ensemble e, sem dúvida, muitos novos gamers fanáticos irão ser atraídos para o universo Halo. Se você é fã da série, ou apenas mais um fã de games de estratégia, Halo Wars é mais uma ótima opção para que você perca muitas horas do seu tempo gamer.

Fonte:Gamelib.com.br

Posted by William Mendes - @WillCenter On 22:54 0 comentários

Análise-Bolt Super Cão


O longa de animação Bolt, que estreou no Brasil recentemente, inclusive com exibições em 3D, mostrou que o declínio dos estúdios Disney é coisa do passado. Com um roteiro inteligente e bem-humorado, o filme apresenta a história do simpático cãozinho Bolt, que protagoniza uma série de ação para TV ao lado da garotinha Penny. Após um episódio em que Penny é seqüestrada, Bolt se vê obrigado a salvá-la e foge do estúdio. Porém, ele acredita que é um herói com superpoderes e, ao encarar a realidade das ruas, acaba descobrindo o perigo de verdade.


Da telona às telinhas
Em vez de acompanhar a história do filme, o game reproduz as aventuras de Penny e seu supercão, como se fosse uma maratona de episódios da série Bolt. Apesar de a idéia ser boa, permitindo que o jogador incorpore tanto Penny em fases de ação furtiva quanto Bolt, que parte para o ataque frontal e frenético, o enredo é fraco e superficial, ao contrário do filme. Isso não afeta, entretanto, a diversão. A mecânica alia elementos dos jogos de plataforma em 3D, ação e espionagem, fazendo uma mistura interessante. Com a garotinha Penny, o jogador deve se infiltrar em fortalezas inimigas. Embora não traga superpoderes como Bolt, seu patinete multifuncional lhe serve para muitas ações. Suas fases são voltadas à exploração, realização de quebra-cabeças e ação furtiva, obrigando o jogador a passar despercebido entre os inimigos ou então eliminá-los antes que eles o percebam - nada muito profundo como em Metal Gear Solid, porém. Algumas outras funções, como a visão de Raio-X, que mostra detalhes escondidos dos cenários, ajudam a deixar a mecânica um pouco mais interessante. Já Bolt é dotado de superpoderes e enfrenta os inimigos de frente, criando longas seqüências de golpes. Um comando de ação permite acabar com o oponente de maneiras diferentes e divertidas, lançando-o longe ou executando uma série de golpes. Mais ágil e forte que a garota, Bolt pode dar saltos mais longos, destruir barricadas com o superlatido, além de outras habilidades especiais apresentadas no filme. Somando as duas fórmulas de jogo, Bolt se mostra um competente e divertido título de ação e plataforma, e utiliza de maneira criativa as habilidades dos protagonistas. Contudo, os mesmos desafios se repetem com uma certa freqüência, o que acaba sacrificando um pouco a diversão. Cenas animadas que exigem comandos rápidos do jogador, como emResident Evil 4 ou God of War, são bacanas no começo, deixando a ação mais cinematográfica, mas se tornam enfadonhas e repetitivas com o tempo. No mais, trata-se de um jogo caprichado, com uma produção que, obviamente, não se iguala à do filme, mas também não fica aquém aos jogos adaptados do cinema. Os cenários são geralmente ricos em detalhes, principalmente nas versões para Xbox 360, PlayStation 3 e PC. As animações, fluidas e graciosas, também agradam. Com algumas músicas empolgantes de séries policiais, a trilha sonora ajuda a enaltecer a ação, ainda que ela nunca fique realmente tensa, devido o baixo grau de dificuldade. Para os que preferem a versão totalmente em português do PC, que traz uma localização até competente mas que sofre um pouco com o volume desbalanceado, vale ressaltar que o controle via teclado é terrível e dificulta muito a realização de certas ações no jogo. Infelizmente, não há suporte a joystick. Já as versões para consoles, em inglês, não sofrem dos mesmos problemas. Em resumo Seguindo um caminho diferente do filme, Bolt consegue se destacar por sua mecânica, que mescla ação, aventura e plataforma de maneira competente, apesar de nunca oferecer a mesma empolgação do longa-metragem. Alguns desafios se repetem à exaustão, o que pode cansar o jogador mais impaciente. Apesar de seus problemas, é um jogo bem produzido, bonito e divertido, que deve agradar em cheio às crianças.



Fonte:Terra Games

Posted by William Mendes - @WillCenter On 22:50 0 comentários

Por dentro do Tekken 6


Depois de uma certa demora, a Namco Bandai finalmente resolveu trabalhar em "Tekken 6", novo capítulo de sua já clássica franquia de luta, que não ganhava um episódio original desde 2004, quando "Tekken 5" foi lançado nos fliperamas.Depois de chegar aos arcades, no início de 2007, a empresa resolveu trabalhar uma atualização para o game, batizado de "Bloodline Rebellion", que entre ajustes e outros acertos, adicionou mais cenários e dois novos personagens ao elenco. E é justamente esta versão que chega para os consoles, tanto no Playstation 3 quanto no Xbox 360, marcando o fim da tradicional exclusividade da franquia doméstica pela Sony.


O jogo marca o retorno de Heihachi Mishima, que passou despercebido durante a realização do torneio mostrado em "Tekken 5", e que agora volta com sede de vingança. Seu objetivo é o de recuperar a sua corporação, a Mishima Zaibatsu, agora controlada por seu neto Jin, que está utilizando os recursos da empresa em um plano de dominação global. Para complicar a situação, Kazuya, filho de Heihachi, agora controla a companhia rival, a G Corporation, e utiliza seu poder para se tornar uma espécie de ídolo mundial, um herói para a população.


Seu objetivo é o de aniquilar Jin para conseguir a outra parte do Demon Gene, que pode lhe garantir poderes sobrenaturais. Cercado por todos os lados, Jin resolve promover um sexto torneio na tentativa de destruir todos os seus inimigos de uma vez só.Embora mantenha as principais características do jogo anterior, "Tekken 6" traz uma série de novidades, principalmente em relação à apresentação, com modelos de personagens totalmente remodelados e com animações inéditas.


São 45 lutadores, sendo que 10 são novos na série, que se enfrentam em arenas complexas, alguns com vários ambientes, transições entre noite e dia, além de contarem com objetos destrutíveis.Para mudar um pouco a mecânica, uma barra extra chamada de Rage foi adicionada, garantindo mais força para os combatentes quando estes estiverem com a barra de energia quase no fim. Há também movimentos especiais em que os personagens utilizam armas - Bryan saca uma escopeta, Law gira um nunchaku e Nina golpeia com um bisturi, só para citar alguns mais dramáticos. Além de tradicionais modos como o arcade, versus e time attack, a Namco Bandai também prometeu um sistema completo para dar suporte a partidas competitivas online, com a realização até mesmo de pequenos torneios e ranking oficial.


Posted by William Mendes - @WillCenter On 22:46 0 comentários

X-Men Origins: Wolverine-Trailer do Jogo

Saiu o Trailer do Jogo do filme X-Men Origins: Wolverine .Pelas Imagens,o jogo deve ser muito massa.

Posted by William Mendes - @WillCenter On 22:45 0 comentários

Wheelman Video Analise

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Posted by William Mendes - @WillCenter On 21:20 0 comentários

Primeiros jogos distribuídos pela Warner chegam ao Brasil


A distribuidora Warner revelou os primeiros títulos lançados oficialmente pela empresa no Brasil. Os jogos são "Tomb Raider: Underworld", "F.E.A.R. 2" e "Wanted: Weapons of Fate", todos disponíveis em versões para PlayStation 3 e PC - e também PlayStation 2, no caso de "Tomb Raider".

Todos os lançamentos contam com manual traduzido para português e podem ser encontrados a partir do final deste mês de abril nas redes de lojas UZ Games, Saraiva e o site Submarino. 

Os preços sugeridos são de R$ 199 para os games de PlayStation 3, R$ 159 para PlayStation 2 e R$ 99 para PC.

Agenda

Veja a agenda inicial de lançamentos da Warner para o Brasil até o mês de outubro(as datas estão passíveis de alteração):

Abril
Tomb Raider: Underworld (PC, PS3, PS2)
F.E.A.R. 2 (PC, PS3, X360)
Wanted (PC, PS3, X360)

Maio
Battlestations: Pacific (PC, X360)
FUEL (PC, PS3, X360)

Junho
Batman: Arkham Asylum (PC, PS3, X360)
Operation Flashpoint 2: Dragon Rising (PC, PS3, X360)
Terminator Salvation (PC, PS3, X360)

Outubro
Mini Ninjas (PC, PS3, Wii, X360, DS, PSP)