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terça-feira, 29 de setembro de 2009

Posted by Igor Ratto On 21:07 0 comentários

Spider-Man Web Of Shadows / PS2

Desenvolvedor:Shaba Games
Distribuidor:Activision
Gênero:Ação/Plataforma
Lançamento: 21 de outubro de 2008
Faixa etária: 12 +
Jogadores: 1
Suporte Online:Não
Acessórios: Nenhum

Spider-Man: Web of Shadows é um jogo de ação/plataforma no qual você encarna na pela do super-herói mais carismático do universo Marvel, o cabeça de teia em pessoa, o Homem-Aranha.

Desta vez você deve encarar um desafio de proporções extraterrenas, um simbionte alienígena gigantesco, da mesma espécie que se uniu a Peter Parker e mais tarde a Eddie Brock, atacou a cidade de Nova Iorque. Agora a cidade em ruínas precisa de um herói mais do que nunca.

Web Of Shadows faz uso de um sistema de evolução do personagem que irá destravar vários poderes e golpes especiais ao longo da sua jornada, além de introduzir uma nova dinâmica a franquia, conferindo maior liberdade ao jogador, que poderá optar por conduzir suas missões de forma mais altruísta ou um egocêntrica.

Este sistema de interpretação também irá permitir que você faça alianças com outros heróis e até mesmo vilões do panteão Marvel, que estão presentes no jogo.

Posted by Igor Ratto On 21:02 0 comentários

GI.JOE The Rise Of Cobra

                                                  INFORMAÇÕES BÁSICAS DO GAME

Desenvolvedor:Double Helix


Distribuidor:Electronic Arts

Gênero:Ação/Plataforma

Lançamento: 04 de agosto de 2009

Suporte Online:Não

Aprendizado:1 minuto

Acessórios: nenhum


G.I. Joe: The Rise of Cobra — The Game é um game de ação em terceira pessoa baseado nos famosos bonecos (Action Figures) conhecidos como Comandos em Ação no Brasil. O jogo envolve, principalmente, elementos da adaptação cinematográfica de mesmo nome, que deve estrear em agosto de 2009.

Desenvolvido pela Electronic Arts, G.I. Joe coloca o jogador na pele de um dos famosos soldados do esquadrão G.I. Joe. Você tem a opção de selecionar cerca de 12 bonecos diferentes, espalhados por três classes diferentes com características únicas. A Commando, por exemplo, é uma equipe especializada em ataques a curta distância. Já os da classe Heavy possuem um arsenal indicado para combates à longa distância. Há ainda os Combat, que envolvem personagens como Duke e Shipwreck que são soldados híbridos, lutando razoavelmente bem a curta ou longa distância.


Além disso, cada uma das classes diferentes conta com habilidades únicas, que envolvem desde saltar sobre barreiras até golpes de destruição capazes de eliminar inimigos que se encontram em um determinado raio. Cada um dos personagens possui um golpe diferente, o que deixa o jogo ainda mais atraente.


O sistema de controles também pode ser extremamente simples. Pressionando apenas alguns botões, o jogador pode desfrutar tranquilamente do game. Além disso, também é possível embarcar em diversos veículos para facilitar a destruição dos inimigos.


Fãs dos bonecos, ou de qualquer outro elemento relacionado aos Comandos em Ação, não devem deixar de conferir G.I. Joe: The Rise of Cobra — disponível para PlayStation 3, PlayStation 2, Nintendo Wii, Nintendo DS, PSP e Xbox 360.

Posted by Igor Ratto On 20:54 0 comentários

Backyard Wrestling 2 : There Goes The Neigborhood

Backyard Wrestling 2 : There Goes The Neigborhood




Eidos uma das principais editoras do mundo e desenvolvedores de software de entretenimento, anunciou hoje o seu regresso ao mundo do wrestling extremo com Backyard Wrestling 2: There Goes The Neighborhood. A sequela para o dedobra fenômeno Backyard Wrestling: Don't Try This At Home, Backyard Wrestling 2: There Goes The Neighborhood está atualmente em desenvolvimento pela Paradox e estará disponível para consoles de videogame, incluindo a Xbox (R) sistema de jogos de vídeo a partir de A Microsoft, no outono de 2004 na América do Norte.


"Motor de jogo Aproveitar o poder do Enviro-Mental (TM), Backyard Wrestling 2: There Goes The Neighborhood continue iluminando o caminho de interação ambiental sem precedentes e sobre a violência topo", diz Kevin Gill, Brand Manager da Eidos. "A inclusão de jogar online vai finalmente permitir aos jogadores para entregar a dor aos oponentes de todo o mundo. Com o seu totalmente re-desenhado e expandiu-criar um sistema de lutador, um novo sistema de luta impressionante, move-set mais diversificado, trilha sonora hardcore sólidos , jogar online e, BYW2 oferece o pacote completo wrestling esta queda. "


Eidos fez uma parceria com a incorporar Quazal jogar on-line em Backyard Wrestling 2. SyncSim Quazal para Net-motor Z é um sistema de rede determinística, permitindo que as estações para conectar e jogar uns contra os outros, sem possibilidade de divergência. Assim, quando os jogadores que tem um adversário alinharam para um Moonsault fora de uma escada, e tempo é crucial, sabem que tudo está perfeitamente sincronizado entre as estações conectadas.

Posted by Igor Ratto On 20:37 0 comentários

Medal of Honor - Vanguard / ps2

MEDAL OF HONOR: VANGUARD








Medal of Honor: Vanguard é um jogo de tiro em primeira pessoa que se passa durante a Segunda Guerra Mundial. Décimo título da série, Vanguard coloca o jogador nas maiores batalhas ocorridas na guerra durante o período de 1943 e 1945.






Você joga na pele do Cabo Frank Keegan, da 82º divisão Airborne. Semelhante a Airborne (outro título da série), em Vanguard é possível acoplar miras e outros equipamentos às suas armas. Mas as semelhanças não param por aí; em fases nas quais você começa de pàra-quedas, é possível escolher o local da queda.






A modalidade multiplayer de Vanguard suporta de dois a oito jogadores na mesma tela em modos comoo clássico Deathmatch, Team Deathmatch e Capture the Flag.


O jogo no modo facíl é muito FACIL de passar, mas muito fácil de passar mesmo.Pois ele tem pontos que você não irá gostar.As vezes você se vê sozinho no jogo muitas vezes ele fica chato (as missões que se você se vê sozinho algumas vezes são as últimas da parte do ENDGAME)


MAS SE VOCÊ PENSA QUE O GAME ACABA AI VC ESTÁ TOTALMENTE ENGANADO !


Ainda tem a missão The Crucible, nessa missão vai ter uma parte que terá que enfentar PERFECT'S SNIPER'S como é falado na parte do jogo.Os Sniper's perfeitos ficam escondidos em lugares que você nunca imaginaria.Para dar um realce na mira na parte que você se encontra totalmente encurralado perto de chegar onde estamos falando vc terá q pegar a optimização da mira para ter tiros totalmente perfeitos (vc terá que achar a adptação da arma,a mira)


Depois desse mini detonado veja o que vai acontecer depois que vc matar os sniper's

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Posted by William Mendes - @WillCenter On 11:25 0 comentários

Aqueçam os motores

Um dos grandes obstáculos que as grandes franquias enfrentam, principalmente as de esportes, é manter a experiência fresca, trazendo, ao mesmo tempo, novidades. A série de corrida da Electronic Arts, ''Need for Speed'', conseguia colocar em sua fórmula de sucesso elementos novos que realmente entretinham os gamers. Porém, os jogos de alta velocidade começaram a decair, o melhor exemplo disto é o ''Need for Speed: Undercover'' que foi alvo de duras críticas.

Tentando recuperar sua prestigiada franquia, a Electronic Arts fez algumas mudanças no game, e no tempo de produção. Em 18 de setembro deste ano, ela colocará nas prateleiras das lojas o novo jogo ''Need for Speed: Shift'', no qual colocamos as mãos e vamos contar um pouco desta nova experiência.

Finalmente uma utilidade para a física!

Deixando de lado todas as características arcades presentes em diversos games da série ''Need for Speed'', o novo título não traz perseguição policial ou efeitos de câmera lenta. ''Need for Speed: Shift'' tenta colocar a realidade mais perto do jogador, e para isso algumas coisas que aprendemos na escola foram inseridas no jogo.

Quantos de vocês, leitores, já passaram horas olhando para aquele monte de fórmulas escritas nos seus cadernos sem entender por que estavam aprendendo aquilo e quando na vida elas seriam úteis? Pois agora vocês têm a resposta.

Não quero dizer que vocês deverão saber fazer contas complicadas para jogar ''Need for Speed: Shift'', o que estou tentando contar é que este novo game fará uso das forças da física, como a força centrípeta e a centrífuga e, claro, a famosa força G. ''A física está muito presente no jogo, fazer uma curva em alta velocidade, por exemplo, é bem difícil'', disse a assessora de imprensa da Electronic Arts Brasil, Renata Vaz.

Corrida, Simulação ou RPG?

Em ''Need for Speed: Shift'' o gamer pensará que é um verdadeiro piloto, já que terá a mesma visão de um corredor, suas mãos virtuais estarão segurando o volante, ele terá toda a visão da pista, e poderá utilizar os espelhos retrovisores para ter certeza de que nenhum outro competidor está se aproximando.

Este novo game da série ''Need for Speed'', além possuir as altas velocidades presentes em todos os jogos da série, focará mais na simulação de uma corrida real. Ele contará com versões virtuais de pistas que realmente existem, toda vez que o jogador bater a visão ficará meio embaçada e as batidas poderão prejudicar o funcionamento do carro.

Sempre que o gamer terminar uma corrida em ''Need for Speed: Shift'' ele ganhará pontos, que podem ser de precisão ou de agressividade, dependendo das ações realizadas dentro da pista. Estes pontos dão direito a mais espaço na garagem e definem o estilo do jogador, se ele é mais preciso ou agressivo. A determinação do estilo do gamer é importante, pois é ele que dirá contra quem o jogador irá competir nas partidas on-line. ''É parecido com um RPG, conforme você vai ganhando pontos seu nível vai subindo'', disse Ian Freitas, gerente de mídia da divisão brasileira da Electronic Arts.

Além disto, os feitos realizados dentro e fora da pista garantirão insígnias (badges) para os jogadores. Por exemplo, se o gamer conseguir completar a corrida sem bater ele ganha uma medalha, caso ele ultrapasse um adversário batendo no carro inimigo ele também ganha uma insígnia. O jogador pode até ser recompensado por preferir veículos europeus, a variedade de badges é muito grande.

Cuidado, bifurcação à frente

''Need for Speed: Shift'' pretende agradar tanto a fãs ferrenhos de games de corrida, que desejam ter uma experiência mais próxima da realidade, como a jogadores casuais. Tendo isto em vista, a Electronic Arts pediu a ajuda de pilotos americanos e o game possui diversas configurações.

Fica a cargo do jogador decidir se as batidas afetarão o carro ou se elas serão apenas visuais. O gamer também escolherá as funcionalidades do título que o ajudarão dentro da corrida, como setas verdes ao longo da pista que mudam de cor para informar ao jogador que a velocidade está muito alta para fazer uma curva, por exemplo.

O gamer também poderá personalizar seu carro da maneira que quiser. Ele poderá pintá-lo todo de uma única cor, ou somente uma parte, por exemplo, o veículo do gamer pode ter a lateral azul, os pneus roxos e o capô verde, nessas horas depende da imaginação e do gosto de cada um. Além do visual, o jogador terá a possibilidade de fazer um upgrade em seu possante, podendo mexer nos pneus, no balanceamento e até na aerodinâmica do veículo.

Perto da linha de chegada

Com 37 pistas, diversos modo de jogo, desde carreira tradicional e batalhas, até drift e partidas on-line para 12 jogadores e uma grande variedade de carros (o game conta com veículos da Ford, Audi, BMW, etc.). ''Need for Speed: Shift'' foi produzido pela Slightly Mad, e é um marco na mudança de produção do game, pois agora a franquia estará nas mãos de dois estúdios. Cada um deles terá dois anos para produzir um jogo da série ''Need for Speed'', que serão lançados alternadamente.

A versão que testamos de ''Need for Speed: Shift'' deu apenas um bug, mas Ian Freitas disse que aquela não era a versão final, e que problemas eram esperados. A versão final será lançada para Xbox 360, PlayStation 3, PC, PSP e celulares. ''A gente espera que o jogo fale por si só, mas as prévias até agora foram muito boas'', disse Freitas. O Nintendo Wii, ao invés de ''Need for Speed: Shift'', receberá um outro game da franquia, chamado ''Need for Speed: Nitro''. Este jogo contará com três cidades principais e uma delas será o Rio de Janeiro.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Posted by Igor Ratto On 23:11 0 comentários

ANALISE FIFA 2010


Desenvolvedor:EA Sports
Distribuidor:EA Sports
Gênero:Esporte
Lançamento: 02 de outubro de 2009
Faixa etária:Livre
Jogadores:
Suporte Online:Não
Aprendizado:
Acessórios:

FIFA 10 é o mais recente capítulo da franquia de simuladores de futebol da Electronic Arts. Continuando na linha de realismo com uma jogabilidade precisa, desta vez a grande aposta da empresa é ter ouvido os seus fãs na hora de desenvolver o game. Com isto, inúmeras sugestões foram aplicadas diretamente no título, que traz melhorias consideráveis.

A jogabilidade ganha muito com o novo sistema de controle de bola em 360º, muito mais preciso em relação ao anterior de seis eixos. Além disso, a inteligência artificial está muito mais adequada às diversas situações encontradas através das partidas. Do goleiro até os atacantes, todos estão mais adaptados a reagir de uma forma similar ao que vemos na realidade, o que deve eliminar muitas frustrações.

De resto, o jogo com um todo ganhou um bom polimento. O modo carreira, os elementos de física, os gráficos, tudo foi retocado de forma a tentar manter a franquia no topo da competição pelo mercado de jogos de futebol - a diversão virou o nome do jogo, para poder bater o concorrente PES.

Posted by Igor Ratto On 23:06 0 comentários

NBA LIVE 09

NBA LIVE 09


Desenvolvedor:EA Sports
Distribuidor:Electronic Arts
Gênero:Esporte
Faixa etária:Indefinida
Jogadores: ...
Suporte Online:Não
Aprendizado: ?
Acessórios: ?


NBA Live 09 aparece para dar continuidade à famosa série de games esportivos da Electronic Arts. O basquete é mais uma vez contemplado com elementos incríveis de simulação capazes de envolver fortemente os fãs do esporte.

A EA fez questão de caprichar nos métodos de aprendizado da edição 09. Com isso, o jogador tem a possibilidade de treinar exaustivamente diversos fundamentos do game e superar os vários níveis de dificuldade dos treinamentos para compreender melhor a jogabilidade. Isso é muito útil para que desafios online sejam encarados de maneira mais completa.

Vários novos mecanismos surgem em NBA Live 09 para diferenciar o título dos demais games da série. Com esses sistemas, fica extremamente fácil criar jogadas muito realistas e realizar movimentações mais elaboradas. Tanto a defesa quanto o ataque possuem métodos bastante interessantes para a realização de práticas muito úteis em quadra.

Os visuais estão melhores do que nunca, sendo que as animações estão ainda mais ricas e convincentes em comparação com os outros NBA Live. Novas enterradas e bandejas incríveis constam na edição 09 para proporcionar movimentos incríveis aos gamers.

Posted by Igor Ratto On 23:05 0 comentários

HARRY POTTER E O ENIGMA DO PRINCIPE

HARRY POTTER E O ENIGMA DO PRINCIPE



Desenvolvedor:EA Bright Light
Distribuidor:EA Games
Gênero:Aventura
Lançamento: 30 de junho de 2009
Faixa etária:Livre
Jogadores: Suporte Online:Não
Aprendizado:
Acessórios:

Baseado no filme, que por sua vez se inspirou no aclamado romance da escritora britânica J. K. Rowling, Harry Poter e o Enigma do Príncipe (ou Harry Potter and the Half-Blood Prince no original) é a sexta incursão dos bruxinhos de Hogwarts nos videogames.

O jogo segue a mesma trama do filme e do livro. Os jogadores assumirão o controle do bruxo púbere Harry Potter, agora no sexto ano de escola. O vilão Lorde Valdemort retornou e está fechando o cerco aos magos e trouxas. Os bruxos de Hogwarts se preparam para inevitável batalha final entre as forças do bem e do mal.

Você poderá participar de duelos de magia, criar poções e participar de diversas partidas de Quadribol. Seguindo a proposta do título anterior, A Ordem da Fênix, a versão do Nintendo Wii utiliza seu controle com sensores de movimento na jogabilidade, permitindo que os usuários sintam-se como se estivessem com uma varinha em mãos.

Posted by Igor Ratto On 22:23 0 comentários

The Mummy: Tomb of the Dragon Emperor



Desenvolvedor:Eurocom Ent.
Distribuidor:Sierra Entertainment
Gênero:Ação/Plataforma
Lançamento: 22 de julho de 2008
Faixa etária: 16+
Jogadores: só você !
Suporte Online:Não
Aprendizado:1ªFase toda para aprender
Acessórios: Nada


Outro game aparece para embarcar os jogadores em aventuras incríveis com o ator Brendan Fraser, na série de filmes A Múmia. The Mummy: Tomb of the Dragon Emperor é um jogo repleto de ação baseado especialmente no mais novo filme de Rob Cohen.

O jogador tem a oportunidade de se divertir com Rick e Alex O’Connell na tradicional missão de impedir a poderosa múmia nascida de uma antiga e vingativa maldição. Lutando em tumbas chinesas proibidas, o player tem a possibilidade de encarar visuais incríveis como as enormes montanhas do Himalaia e outros ambientes de tirar o fôlego.

Um dos pontos fortes de The Mummy: Tomb of the Dragon Emperor é a jogabilidade rápida e dinâmica. Vivenciando embates intensos, o gamer pode agir de maneira a alternar entre combates corpo-a-corpo e ataques a longa distância com suas armas de fogo.

Outro aspecto importante é a possibilidade de embarcar em batalhas mais envolventes ainda com os chefes do game. Inimigos retirados do próprio longa-metragem podem ser confrontados, como a Gorgon de três cabeças e guerreiros Terracota.

Por fim, The Mummy: Tomb of the Dragon Emperor não conta apenas com ação intensa. O título ainda propõe quebra-cabeças desafiadores ao gamer para diversificar sua experiência de jogo. Há também a possibilidade de desbloquear áreas secretas (como câmaras misteriosas) e desvendar tesouros escondidos.

domingo, 10 de maio de 2009

Posted by William Mendes - @WillCenter On 19:32 0 comentários

Ninja Blade Xbox 360-Análise

Posted by William Mendes - @WillCenter On 19:31 0 comentários

Gears of War 2

Posted by William Mendes - @WillCenter On 19:26 0 comentários

Gran Turismo 4 - Video Analise

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Posted by William Mendes - @WillCenter On 11:55 0 comentários

Tenchu: Shadow Assassins-PSP


CLAUDIO PRANDONI
Recentemente a série "Tenchu" reviveu de forma competente no Wii com "Shadow Assassins", título que privilegiou o lado sorrateiro dos ninjas e utilizou de maneira inteligente e criativa os sensores de movimento dos controles do videogame.

Pouco tempo depois che
gou uma conversão do mesmo jogo para o portátil PSP, honrando a tradição da franquia cuja origem remonta à época do primeiro PlayStation. Em versão portátil, "Tenchu: Shadow Assassins" faz bonito também e peca apenas pelas limitações do próprio aparelho, que não permitem tantos arrojos como no Wii.

Ninjas em miniatura

Em essência o jogo é o mesmo visto na plataforma da Nintendo. No controle dos protagonistas Rikimaru e Ayame, o enredo todo se passa durante o Japão feudal e centra em uma trama política que envolve assassinatos e sequestros. Cabe aos ninjas defenderem os interesses do clã que integram e lutar por aquilo que acreditam ser certo.

As fases são exatamente as mesmas do Wii, mas aqui pontuadas por um elemento chato: telas de carregamento de dados, os chamados 'loadings'. Escassos no console caseiro, aqui eles são mais numerosos e demorados, aparecendo até mesmo durante as fases, em transições de telas. A demora quebra o ritmo de ação e, convenhamos, não combina com um videogame portátil, no qual a idéia é ter partidas breves.


Outro ponto negativo já esperado são os gráficos um bocado defasados. Não que o visual seja feio, mas pesa a comparação com o Wii. Ainda assim, os cenários primam pelo design, ostentando diversos detalhes e criando uma atmosfera envolvente, principalmente por conta dos competentes efeitos de luz. Os modelos poligonais também são detalhados e pecam unicamente por animações um bocado robóticas - problema que também acomete a versão maior da Nintendo.

Por fim, o PSP perde nos controles. A edição para Wii emprega de forma divertida e intuitiva os sensores de movimento, principalmente em golpes de finalização, algo impossível de ser realizado no pequeno console da Sony. Com a falta desse lado mais lúdico, acabam pesando mais também os controles arcaicos, visto que os heróis se movem muito lentamente, a mecânica de pulo é antiquada e mesmo os combates são um bocado travados. Problemas contornáveis que não comprometem de forma fatal a diversão, mas que ainda assim poderiam ter sido refinados no PSP.
No mais é tudo igual ao Wii. Uma aventura consistente e empolgante, ainda que curta, com pouco mais de 10 horas de jogo. Alguns desafios extras conferem longevidade, mas de maneira geral é uma aventura de tiro único. Fechando o pacote, excelente dublagem em inglês (pena não ter opção para o japonês, afinal, são ninjas).e trilha sonora repetitiva, mas coerente, em estilo músicas tradicionais japonês.
Fonte:UOL Jogos

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Posted by William Mendes - @WillCenter On 23:04 0 comentários

Análise de Pro Evolution Soccer 2009

Como narrava um dos maiores radialistas de futebol que este país já teve: "abrem-se as cortinas e começa o espetáculo!".

Começou pra valer mais uma temporada do eterno Winning Eleven, uma das séries mais amadas dos gamers de todo o mundo, agora chamada e conhecida como Pro Evolution Soccer. A série Winning Eleven surgiu no mercado inicialmente como uma alternativa à poderosa série FIFA. Lançado primeiramente no Japão, o game era focado no futebol daquele país, trazendo apenas times da J-League, o que fez com que o game emplacasse logo de cara entre os fanáticos e exigentes gamers nipônicos.


O game chegou por aqui conhecido inicialmente como International SuperStar Soccer nos idos de 1996, e fez muito sucesso entre os gamers fanáticos por futebol. Mas foi apenas em 1998, com o lançamento da versão de ISS para o Nintendo 64, que a Konami e o seu Winning Eleven deram o seu grande salto e saíram da sombra da EA e de FIFA, para se tornarem soberanos entre os games de futebol disponíveis no mercado, e daí em diante todo fã de WE que se preze sabe da história.

Winning Eleven se tornou febre entre os gamers de todo o mundo que elegeram a série como a melhor simulação de futebol existente nos consoles, o que era realmente digno dos games da franquia. WE emplacou um título melhor que o outro no PlayStation e PlayStation 2 com sua excelente jogabilidade e diversão, cimentando assim as bases para o seu reinado indiscutível no mercado de games de futebol, superando de longe a então soberana série FIFA Soccer.
Zica?

De alguns ano pra cá, a
Konami resolveu mais uma vez alterar o nome da série pensando em algo com maior apelo no ocidente. Foi daí então que surgiu o nome Pro Evolution Soccer. Os dois primeiros títulos da franquia, sob o novo nome PES, PES 5 e PES 6, até que mantiveram o grande sucesso da série perante os gamers, e a liderança do game no mercado continuou inabalável, uma vez que FIFA continuava com seus já conhecidos problemas e pouco incomodava a Konami.

Porém, a partir da versão 2007 as coisas começaram a mudar. Como costuma acontecer com franquias que têm o seu reinado inabalável, a série Winning Eleven (PES) se acomodou e pouco trouxe em termos de inovação na sua jogabilidade, fazendo com que o game se tornasse apenas uma atualização do seu anterior em termos de escalações, jogadores, etc., nada além disso.

Para piorar a situação, a EA iniciou na série FIFA - principalmente a partir da versão de Copa do Mundo 2006 - uma total transformação na sua criticada jogabilidade, criando absolutamente do zero um novo sistema de jogo que melhorou consideravelmente o game. A partir daí, a Konami, que antes via EA e FIFA a anos-luz de distância, começou a perceber que a distância no espelho começava a diminuir, algo que há alguns anos era completamente inimaginável até mesmo para o mais fanático dos gamers da série FIFA.

Ao ver-se nessa situação, a Konami decidiu continuar apostando na sua fórmula de sucesso, até então, e manteve a receita em PES 2007, porém, o tiro saiu pela culatra e o game foi duramente criticado até mesmo pelos fãs incondicionais da série. Até aí tudo bem, pois FIFA não era uma ameaça real, certo?! Bom, isso seria 100% real se fosse dito dois anos antes, mas, para azar dos japoneses da Konami, a EA conseguiu emplacar uma ótima versão de FIFA 07 que recebeu elogios de todos os lados, e acabou arrebanhando muitos jogadores de Winning Eleven decepcionados com a versão 2007 do game.


Por causa disso, muita expectativa foi gerada em cima das versões 2008 de PES e FIFA, pois todos esperavam que a Konami desse o troco, assim como era aguardado por muitos o resultado dos novos melhoramentos que a EA introduziria na sua série de futebol. Como desgraça pouca é bobagem, PES 2008 foi um completo desastre, não havia nada de inovador no game e sua jogabilidade conseguiu piorar ainda mais do que a versão 2007, o que causou revolta entre os fãs da série. Para completar, a EA mais uma vez se superou e apresentou um FIFA 08 muito bem resolvido e melhorado, mostrando que a série está trilhando o caminho certo para o topo. Com isso a Konami, que antes via a EA de longe no seu espelho, começou a sentir FIFA fungando no seu cangote com muita força.

Outra vez o combate era aguardado nas versões 2009 de ambos os games. Em setembro de 2008, a EA apresentou o esperado FIFA 09 e impressionou tanto gamers quanto os críticos graças aos seus grandes avanços, e foram tantos os melhoramentos no game que muitos já dizem que FIFA 2010 deverá ser a "cereja no bolo" dos últimos FIFAs.

Com lançamento programado para depois de FIFA, muita expectativa foi criada em cima de Pro Evolution Soccer 2009, pois, mais uma vez, esperava-se que o game voltasse aos seus bons tempos para mostrar quem manda. Mas, novamente, a surpresa foi negativa.



Rola a bola

Para a nossa tristeza, PES 2009 mantém a mesma receita dos seus dois criticados antecessores e mais uma vez não traz nada de novo em sua jogabilidade, que já não agrada tanto quanto versões passadas do game.

A animação e os movimentos dos jogadores parecem que pararam em alguma versão de PES dos tempos do PS2 já que nada evoluíram desde então, e não são nem um pouco dignos dos jogos atuais da nova geração. Em muitos momentos do jogo, ao ver os movimentos dos jogadores como chutes a gol, defesas dos goleiros, etc., você irá se lembrar de ter visto essa cena em algum lugar, e provavelmente irá se lembrar dos seus tempos de Winning Eleven no PS One, o que não é ruim, se você considerar a tecnologia daquela época, e não a da geração que temos atualmente. Sentiu o drama?

A jogabilidade de PES 2009 não inova, o sistema de passes, chutes, ataque e defesa continuam praticamente inalterados em relação à versão 2008, a única coisa que realmente muda (ainda bem) se comparado ao PES 2008 é a velocidade do jogo, que tem uma cadência mais lenta e mais próxima dos antigos e melhores títulos da franquia, fazendo com que seja mais agradável de se jogar, diferentemente daquela correria louca e insuportável da versão do ano passado.

Em alguns momentos você vai se sentir realmente frustrado pelo simples fato de esperar muito mais do jogo e ter a sensação de que está jogando o mesmo game há uns três anos. Até mesmo os duelos contra seus amigos não terão o mesmo sabor e diversão que tinham antes.


O que os olhos veem o coração sente?

Como prometido pela Konami, foi feita uma grande transformação no visual de PES 2009. Os gráficos foram muito melhorados e se aproximam de um dos maiores pontos fortes do seu concorrente FIFA, que é o visual extremamente detalhado e muito bonito da série da EA. Os jogadores em PES 2009 agora estão mais detalhados e deixam aquele aspecto "quadrado" dos outros games da série de lado, os gramados também estão melhor renderizados, assim como os gráficos da torcida e dos estádios do game, graças ao sistema de iluminação dos gráficos que é bem realístico. Porém, em algumas partidas, principalmente se forem disputadas à noite e na chuva, o visual do game fica escuro além da conta e atrapalha um pouco o seu jogo.

A animação da pelota rolando no gramado, estufando as redes ou desviando nos jogadores é algo no qual não se pode botar defeito em PES 2009. A Konami caprichou no sistema de física da redonda e os seus movimentos são extremamente naturais, muito próximos da realidade, e passam longe daqueles vistos em FIFA 09, onde a bola não flui com muita naturalidade e você tem a impressão de que a bola é pesada.


Como dito anteriormente, os movimentos dos jogadores não foram melhorados em relação às versões anteriores da franquia. Isso pode ser percebido principalmente quando você está correndo com a bola, você irá notar que os movimentos dos jogadores são duros e meio robóticos se parecendo com bonecos de madeira, o que tira um pouco a naturalidade do visual das partidas.

O nível de dificuldade do game é praticamente idêntico aos dos seus antecessores, basta algumas horas de jogo para os menos experientes já pegarem a manha dos níveis mais fáceis. Ainda falando sobre a jogabilidade do game, no nível Top Player os jogadores mais experientes não terão muitos desafios por já estarem acostumados ao game, já que, como disse antes, nada mudou em relação aos outros games da série.

Conforme o nível fica mais avançado as coisas começam a ir de mal a pior, pois o game fica uma correria e a bagunça é total. Antes mesmo de você encostar na bola já aparecem três adversários em cima de você correndo sem noção alguma, o que acaba transformando as partidas em verdadeiras peladas. Tudo bem, se formos analisar como é o futebol de hoje isso realmente acontece, a correria dos jogos é grande mas a Konami errou na dose ao tentar atingir o máximo de realismo e não conseguiu atingir o ponto certo. Se eles conseguirem resolver isso nos próximos games da série PES, teremos, pelo menos, mais realismo, diversão e desafio nas partidas.


Rádio pirata

Apesar de bem produzidos, os sons de PES 2009 são completamente brochantes. As músicas no menu são cansativas e em muitos momentos você irá ouvir a mesma música se repetindo uma vez atrás da outra, chatice total. Nas partidas dá vontade até de chorar, parece que a torcida não está nem aí para o jogo rolando, você irá ouvir o tempo todo só um burburinho e alguns gritos da torcida - muito malfeitos e repetitivos, diga-se de passagem. Até mesmo quando você marca um gol nos acréscimos da partida não dá pra sentir nenhuma empolgação por parte da torcida. Falando assim pode parecer pouco, mas conforme você vai jogando vai ficando mais desanimado com a falta de um clima de emoção, ou de qualquer outro clima, já que no game você não sente isso em nenhum momento. Não tem nada pior do que marcar um gol e sentir que sua torcida não está nem aí para isso.

Junte-se aos bons...

Bom, PES 2009 decepciona em muitos sentidos não por ser um jogo péssimo, mas pela sua falta de inovação que acaba deixando o game numa mesmice insuportável. Mas um ponto muito positivo do novo Winning, e talvez a sua grande marca para o game deste ano, é a licença oficial da UEFA Champions League, que traz ao game equipes, uniformes, hinos e tudo o mais totalmente licenciado. Nesse modo de jogo você poderá escolher jogar a competição completa desde a fase de grupos até os tradicionais mata-matas, ou apenas disputar amistosos totalmente ambientados no cenário de uma partida da Champions League, com apresentação, bolas, placas de publicidade iguaizinhas às que você assiste na TV.

Ao contrário do que se imaginava, não são todas as equipes do game que são licenciadas e muitas continuam daquele jeito que todo o mundo conhece, com nomes, jogadores e uniformes todos fakes. Mas, em compensação, não há o que reclamar das que concederam sua licença oficial ao game da Konami, já que tudo é perfeitamente reproduzido.

Fora isso, tudo continua na mesma, o modo Master League é idêntico às suas versões anteriores, assim como o divertido modo Become a Legend, onde você cria e comanda um jogador rumo ao estrelato do futebol mundial até se tornar o capitão da sua seleção nacional.

Fecham-se as cortinas

Pro Evolution Soccer 2009, ou apenas Winning Eleven, como você preferir, mantém a mesma receita dos games anteriores da série, e está aí o seu maior pecado. A Konami parou no tempo e nada trouxe de inovador para o game, que agora vai ter que correr muito atrás do prejuízo já que agora disputa cabeça a cabeça com FIFA, a sua maior concorrente. Da mesma maneira que foi dito no review de FIFA 09, escolher entre PES e FIFA agora é uma questão de gosto, algo que anos atrás era absolutamente impensável.


Mesmo sendo viciados de carteirinha, os aficionados por PES devem admitir que o game não está mais no mesmo alto nível de antigamente, o que é extremamente perigoso para a clássica série da Konami. Apesar disso, ainda acredito que muita gente ainda vai se divertir com o game pelo fato de ele ter um lugar cativo no coração desses gamers.

Jogar Winning Eleven sempre foi muito legal, e ainda o é, mas a falta de inovação é algo que não tem como passar despercebido e, sinceramente, cansa. Mesmo assim, acho que ainda vale a pena perder um pouco do seu tempo jogando um dos games mais queridos da história dos videogames.

Posted by William Mendes - @WillCenter On 23:02 0 comentários

Análise Prince of Persia

Esqueça absolutamente tudo o que você conhece da série Prince of Persia. Esqueça Sands of Time, Warrior Within. Na nova investida de uma das séries mais clássicas da história dos videogames, a Ubisoft apresenta aos gamers um Príncipe completamente novo num mundo igualmente inédito com uma nova companheira de aventuras e com uma filosofia muito diferente em termos de design.


Enquanto você ficar apegado ao estilo de
Prince of Persia, tanto em termos de jogabilidade ou visuais, mais difícil será para você se acostumar com o novo PoP. Mas assim que você aceitar essa mudança, irá se apaixonar pelo novo game do Príncipe, ou pelo menos, por sua linda companheira.

Logo de cara você já irá perceber a grande mudança nos rumos da série, já que o novo Príncipe não lembra nem de longe um príncipe de verdade e sim um ladrão digno dos melhores contos das 1001 Noites, e muito menos também lembra o clássico personagem protagonista dos últimos jogos da série. Normalmente, principalmente em termos de games e se tratando de uma das séries mais tradicionais e adoradas pelos gamers, mudanças podem significar sérios desastres. Porém, em PoP essa transformação levou as coisas de bom para melhor, e até mesmo aquele fã mais chato e conservador da série irá ficar babando após algumas horas de jogo.

Baseado na mitologia zoroastriana, Prince of Persia traz a eterna batalha entre o bem e o mal, e claro, o novo príncipe de algum jeito cai no meio de tudo isso e daí começam suas aventuras. De acordo com essa mitologia, um de seus deuses, Zurvan, era um deus que sempre desejou ter herdeiros. Durante mil anos, Zurvan oferecia sacrifícios buscando o seu tão desejado filho, porém sempre em vão. Quando já havia perdido totalmente a sua fé, Zurvan enfim conseguiu o desejo tão obcecado e teve dois filhos: Ormazd e Ahriman.

Zurvan então prometeu que Ormazd, que foi a quem ele sempre dedicou o seu amor em seus sacrifícios, seria rei. Em sua benevolência, Ormazd ofereceu esse privilégio ao seu irmão Ahriman, o filho renegado pelo deus Zurvan. E é aí que começa toda a história da luta entre o bem e o mal, entre os irmãos Ormazd e Ahriman, e as novas aventuras de PoP.

A trama

Há dez mil anos atrás, o deus do mal, Ahriman, espalhou a corrupção e a maldade por todos os cantos buscando dominar todo o mundo e se vingar do irmão Ormazd, que sempre foi favorecido pelo deus Zurvan. Os fracos de coração foram facilmente corrompidos com as promessas de poder infinito de Ahriman, e assim, a escuridão se espalhou rapidamente pelo mundo. Ao ver tudo quase que totalmente perdido, o deus Ormazd traz de volta a luz ao mundo e acaba com o domínio de Ahriman, aprisionando-o na Árvore da Vida. Feito isso, um clã jurou com suas vidas guardar e proteger a Árvore da Vida para que nunca os seguidores da escuridão libertassem Ahriman de sua prisão. Porém, dez mil anos se passaram com muitas coisas se perdendo no tempo, e Ahriman se libertou novamente para espalhar a escuridão por todo o mundo.

As aventuras do game começam quando o Príncipe sai para procurar o seu burrinho e se perde numa forte tempestade de areia. Claro que essa não é uma simples tempestade e o herói é transportado para um novo mundo cheio de misticismo. Ao chegar nesse novo lugar misterioso o novo Príncipe encontra a belíssima Elika, uma descendente do um clã que jurou guardar a prisão do maligno deus Ahriman.

Como má sorte sempre tende a piorar, o Príncipe e Elika se encontram bem a tempo de testemunhar a libertação de Ahriman de sua prisão na Árvore da Vida. Sua fuga espalha novamente a corrupção aos quatro cantos do mundo e continuará se espalhando a não ser que o Príncipe e Elika lutem para impedir. Daí começa a aventura!

Dupla dinâmica

A jogabilidade de PoP é totalmente influenciada pela constante companhia de Elika ao Príncipe. Apesar de você não conseguir controlar Elika, a jogabilidade é totalmente cooperativa e a mocinha não se destaca apenas por sua beleza, pois em muitos momentos do jogo ela é a sua saída para muitas tarefas, como por exemplo, ajudar nos combates e saltar grandes precipícios.



O grande destaque de PoP é realmente Elika e sua significância para a história e jogabilidade do game, talvez com o passar do tempo de jogo você comece a se importar mais com a segurança dela do que com a do seu próprio personagem. Como já disse mais acima, você não controla efetivamente Elika, mas você pode designar comandos para ela, como saltos duplos, movimentos de combate e magias, de maneira extremamente simples com apenas um toque no botão, e isso é tudo. A sua inteligência artificial beira à perfeição já que ela não atrapalha o seu caminho em nenhum momento, o que é uma coisa muito boa considerando a velocidade com que o Príncipe se move pelos cenários do jogo. Na verdade, as ações de
Elika são uma excelente mistura de movimentos que vimos em muitos jogos dos últimos anos, a Ubisoft separou os melhores elementos que conseguiu achar e deu a eles uma única forma, o que faz com que a personagem seja uma perfeita extensão natural da jogabilidade, diferentemente de muitos outros jogos que também se utilizam desse sistema
As ações do Príncipe são tão simples quanto os comando de Elika. Cada uma delas é designada para apenas um botão, sendo que um é para acrobacias, outro para sua espada e um para a sua luva multifuncional. Os comando de pulo e ataque podem ser utilizados enquanto você corre, já a sua luva será utilizada quando você pular contra paredes e precisar deslizar de um lugar para outro, o que não é uma tarefa muito complicada, se comparada aos últimos jogos da franquia. A
Ubisoft aplicou em PoP a mesma engine utilizada em outro grande sucesso da empresa, o game Assassin's Creed, portanto em alguns momentos você irá lembrar de muita coisa desse jogo.

Quando você estiver correndo pelo mundo, fazendo sequências acrobáticas e etc., você irá estranhar um pouco a ação do game no início já que está acostumado há anos com diversos tipos de ação em games de plataforma. Mas ao contrário do que parece, a jogabilidade do novo PoP é muito mais simples e consequentemente mais fácil, e em muitas maneiras melhor, do que em games anteriores da série e outros games do gênero.



Em geral, para se jogar
PoP você terá que relaxar e sentir a cadência dos novos movimentos do Príncipe. Ao contrário de outros jogos parecidos, você não precisará ficar apertando desesperadamente milhões de botões para fazer o que tiver que fazer. No game você irá basicamente pular, parar, pular, parar, usar Elika, pular e parar novamente, quando você encontrar o ritmo certo do jogo você irá apreciar algumas sequências de movimentos espetaculares que fluem de maneira incrivelmente natural.

Como em qualquer jogo, Prince of Persia tem falhas mas elas estão longe se serem regras e são na verdade, exceções. Em alguns momentos você acabará indo para uma direção que não tinha intenção, ou irá pular numa direção diferente da que você queria, mas isso é normal e não fará com que você arranque seus cabelos. Uma coisa que você irá perceber em Prince of Persia é que a jogabilidade do game foi totalmente direcionada para que o jogo flua com naturalidade ou que pelo menos transmita essa sensação, e isso a Ubisoft conseguiu fazer de maneira brilhante.

Por causa de sua jogabilidade, o game acaba se tornando fácil com o passar do tempo de jogo, e isso pode ser algo que irrite alguns jogadores já que os desafios podem não ser tão grandes. Mas apesar disso, existe uma boa quantidade de combinações de bombos em Prince of Persia o que pode fazer com que as coisas fiquem um pouco mais desafiantes do que o normal. A inteligência artificial dos seus inimigos é feita na medida certa e às vezes eles irão te complicar um pouco a vida.

Os combates também seguem a mesma filosofia das acrobacias do game. Você não ficará estraçalhando os botões para derrotar os seus adversários, na verdade, isso é algo que você definitivamente não irá precisar fazer em Prince of Persia, já que tudo é focado no ritmo do game. Se você for analisar bem, parece que a Ubisoft fez isso com o jogo para que os gamers fiquem admirando por mais tempo e mais a fundo o visual impressionante de PoP. Bom, mas sobre isso falaremos logo mais.

Obra de arte

Se há uma única palavra que possa descrever os gráficos de PoP, essa palavra é: fantásticos! O game cria um marco em termos artísticos para os jogos que virão por aí e, sem dúvida, irá marcar época em função disso. A equipe de produção da Ubisoft deixou de lado o visual dos avançados gráficos cel-shaded, utilizado praticamente em todos os jogos da atual geração, e preferiu optar por um visual de ilustração, que diga-se de passagem, são absurdamente fantásticos.

Os gráficos estilizados do game fascinam desde o primeiro momento e fazem com que o jogo lembre em muitos momentos um belo filme de animação, todos os gráficos do game são suave e contribuem muito para a aparência geral dos níveis, que são extremamente envolventes e muito bem produzidos visualmente.

Vale o grande destaque para o lindo visual de Elika, que com certeza irá fazer muitos marmanjos babarem a ponto de esquecerem Lara Croft e adotarem a mocinha como sua nova musa dos games. Calma mulheres, não vou ser machista. O visual do Príncipe, apesar de não ser tão bonito quanto a sua companheira, também é muito bem feito e irá impressionar muita gente.

Os gráficos do game são tão bem produzidos que, na minha opinião, são o grande carro-chefe de Prince of Persia. Essa combinação de ilustração, animação e gráficos 3D caiu muito bem e sem dúvida irá influenciar muitos jogos que virão por aí no futuro. Mais do que um simples game, PoP pode ser considerado uma convidativa experiência visual já que a Ubisoft caprichou muito.


VOU OU NÃO VOU?

Prince of Persia é um game totalmente diferente dos últimos jogos da franquia que vimos nos últimos anos. Além de sua boa jogabilidade cooperativa, o game apresenta Elika que definitivamente eleva o nível dos companheiros de jogos cooperativos. Trazendo as clássicas acrobacias através de plataformas que marcaram a série Prince of Persia, o que mais marca nessa versão da franquia é o visual fantástico do jogo. O game inova em seus gráficos de maneira extremamente bonita e impressionante. Sem dúvida, PoP se tornará um marco para outros jogos que virão por aí e será um daqueles jogos que são o destaque de uma geração de games.

Prince of Persia não é o melhor jogo já lançado na história de PC, PlayStation 3 e Xbox 360, e talvez nem seja o melhor jogo lançado em 2008, mas só por ser uma das sérias mais clássicas dos games e por trazer elementos que poderão marcar a história da franquia nessa geração, Prince of Persia é uma pedida obrigatória para os gamers que não irão se arrepender com o resultado da nova investida da série.

Fonte: Gamelib.com.br

Posted by William Mendes - @WillCenter On 23:02 0 comentários

Análise SoulCalibur IV

Análise do jogo SoulCalibur IV,produzido no Santa Games.

Posted by William Mendes - @WillCenter On 22:59 0 comentários

Análise de Halo Wars

Durante a última década, nós gamers de todo mundo pudemos observar desde a sua concepção a evolução de uma das séries de maior sucesso da história dos games. A Bungie Studios passou todo esse tempo refinando a sua fórmula de sucesso para jogos FPS com a épica série Halo. A saga da batalha entre a humanidade e os alienígenas invasores já emplacou três fantásticos games para os consoles Xbox da Microsoft, e esse sucesso só tende a crescer nos próximos anos que estão por vir.

A série Halo ficou conhecida não só pela sua intensa jogabilidade, gráficos maravilhosos, e pela sua fantástica experiência de jogo multiplayer, mas sim pela excelência com que o jogo misturava todos esses elementos com uma trama absolutamente envolvente e apelativa perante os gamers de todo o mundo.

Passada uma fantástica trilogia ao longo de quase dez anos, agora pela primeira vez a série Halo irá tentar uma nova investida se expandindo além do gênero FPS com o novo Halo Wars. Trabalhando próximos da Bungie e da sua fórmula de ouro, a Ensemble Studios será o estúdio responsável por desenvolver o game de estratégia em tempo real no popular universo do enigmático Master Chief.

Ao invés de apostar nas fórmulas de jogos de estratégia mais conhecidos do grande público, como Age of Empires, Starcraft ou Command & Conquer, a Ensemble se ateve à fórmula da Bungie em Halo Wars trazendo missões muito bem criadas, com movimentos de ação sempre em direção em frente, além de deixar de lado aquelas complexas árvores tecnológicas, múltiplas construções e operações para juntar recursos. Por causa disso tudo, Halo Wars é um título simples de ser jogado e que também pode ser indicado para muitos iniciantes no gênero de estratégia em tempo real.

Comparado aos outros jogos citados acima, Halo Wars oferece ao jogador menos controle sobre as suas operações, como construir exércitos e a maneira como você atinge os seus objetivos. HW passa longe daquela clássica experiência de jogos RTS onde a sua principal missão é criar um enorme exército para destruir o seu inimigo. O game é feito na medida para uma ótima jogabilidade nos consoles e não é uma simples versão adaptada de PC para o console, o que geralmente apresenta problemas. As ações de jogo foram projetadas para reproduzir o máximo da precisão de teclados e mouses nos joysticks do Xbox que possuem um número limitado de botões, além de um sistema de navegação de tela mais lento. A Ensemble Studios procurou tomar todos os cuidados com HW já que o jogo para Xbox 360 foi desenvolvido inteiramente do zero, e o seu sistema de controle mostra isso claramente, porém, muitas das opções do jogo não funcionam como foram anunciadas e isso poderá irritar alguns gamers. Bom, mas isso não é motivo para arrancar os cabelos já que todo o resto de HW é muito bem resolvido e de uma maneira bem simples.

Praticamente todas as ações de Halo Wars podem ser feitas apenas com o toque em dois botões e as suas escolhas sobre o que produzir/construir no jogo são igualmente simples e seguem o esquema usado em Mass effect onde um menu radial aparece para você decidir o que fazer, porém, em HW esse menu nunca tem mais do que oito opções diferentes para você escolher o que facilita muito o game melhorando ainda mais a experiência de jogo. Para se ter uma noção de como as ações de HW são simples, no campo de batalha basta apertar o botão A para selecionar uma unidade, usar o analógico esquerdo do seu joystick para mover o cursor pela tela e depois apertar o botão X para ordenar que sua unidade se mova para o local designado, fácil né? Se o local que você escolher estiver vazio, a sua unidade irá se mover até lá tranquilamente, porém, se o local estiver ocupado por algum inimigo, a sua unidade irá automaticamente atacar o seu oponente. Ainda falando sobre as suas unidades, a maioria dela possuem um ataque especial, que poderá ser usado em qualquer momento do jogo. Porém, após você usar o ataque especial você precisará recarregá-los, portanto use-os de maneira inteligente ou você poderá se complicar no jogo.


As missões das campanhas de Halo Wars são jogadas sob a perspectiva de visão do United Nations Space Command (Centro de Comando Espacial das Nações Unidas) e no início de cada missão é dada a você uma única base de operações com local já designado pelo game, ou então um local, também já definido, para construir a sua base. Em alguns níveis da campanha, e na maioria dos mapas multiplayer, você terá a oportunidade de construir bases operacionais adicionais, mas apesar disso, essas bases adicionais terão locais já designados para serem construídas. Enquanto muita gente pode achar isso restritivo em Halo Wars, por outro lado não há como negar que essa função do jogo melhora muito o processo de construção de bases fazendo com que o game tenha um foco mais ampliado nas suas ações de jogo, algo que pode ser utilizado em outros jogos RTS que virão por aí.

Se você não se entusiasmou com essa atração de HW tenha calma, pois mesmo que suas bases tenham lugar pré-definido, isso não influi drasticamente na sua estratégia de jogo. Halo Wars demanda tanto gerenciamento de recursos quanto estratégias para destruir seus inimigos, assim como na maioria dos RTS existentes no mercado, já que cada Supply Pad que você constrói irá prover uma quantidade de recursos suficientes para que você construa o seu exército, amplie a sua base ou produza superarmas.

A Ensemble trabalhou duro nos gráficos de Halo Wars, e o seu esforço parece ter valido a pena. Os gráficos do game impressionam e são extremamente detalhados, o que pode ser visto nos efeitos das partículas ou no modelamento dos danos que são muito legais de serem assistidos, além disso, outro fator que contribui muito para a experiência visual de HW são as unidades da USNC e Covenant que foram perfeitamente recriadas para reproduzir o visual embasbacantes dos jogos anteriores de Halo. E não para por aí...

As cutscenes em Halo Wars são incríveis, e adicionam uma ótimo peso ao jogo e aos seus personagens. Para cada uma das quinze missões do jogo há uma cutscene que farão você vibrar ainda mais por ter conseguido ultrapassar um nível. Se há algo negativo a se comentar sobre a trama de HW é que a história do game talvez não se compare aos padrões dos outros jogos anteriores da série, mas nada que assuste. Os fanáticos da história de Halo não irão se desapontar com a maneira que a Ensemble e a Microsoft trouxeram essa nova vida ao mundo de Halo.

Como dito acima, a história de Wars não é tão empolgante quanto a trama dos jogos da trilogia original, não por que a trama seja falha ou algo do tipo, mas, principalmente, pelo fato de que tudo o que acontece no jogo é cheio de estereótipos e clichês, como aquela coisa da sua galáxia em constante perigo. Os dois personagens principais do game, Sargento John Forge e a Prof. Ellen Anders são perfeitos exemplos de arquétipos/estereótipos de games ou filmes desse estilo, um é o clássico sargentão durão que não aceita trabalhar junto com uma mulher, no caso, a Prof. Anders. Apesar disso, temos que destacar Serina, uma "robô" de inteligência artificial criada para ajudar os humanos, ela talvez seja de longe a melhor personagem do game.

Mesmo com as "falhas" a respeito dos personagens, Halo Wars compensa esse fator com uma incrível devoção ao clima envolvente da série Halo. A história do game ainda mantém proporções épicas e existem momentos fantásticos no game que farão você pular da cadeira. Até mesmo a interface e os extras do game são totalmente Halo, os conhecidos níveis de dificuldade do game também estão aqui, além das Skulls que aparecem espalhadas pelos níveis do jogo para que você colecione objetos especiais na sua campanha. Ao utilizar cada uma dessas Skulls coletadas você irá se sentir totalmente imerso no ambiente de Halo 3 e, sem dúvida, irá se lembrar de muitos momentos que você passou jogando esse game.

Se há algo que realmente marque Halo Wars são bons toques que mostram claramente a personalidade e a dedicação da equipe de desenvolvimento ao universo Halo. Os fãs mais hardcore da série irão encontrar algumas boas coisas nas cutscenes do game, além de também poderem desbloquear uma linha de tempo que descreve toda a história da luta da humanidade pela sobrevivência.

Como a intenção da Ensemble era fazer um game totalmente nos padrões de Halo, claro que não poderia faltar um ótimo modo multiplayer, e a desenvolvedora não deixou de lado essa atração. Halo Wars apresenta um sistema de partidas multiplayer muito semelhante ao sistema da Bungie para Halo 3. Tudo o que você tem que fazer é simplesmente acessar o menu multiplayer que o game irá procurar automaticamente alguém ou um grupo de jogadores para que você acessar uma partida para se divertir.

Há uma boa atenção em relação ao detalhes no modo multiplayer, desde o sistema de ranking similar a Halo 3 até o sistema de transparência, onde Halo Wars mostra o ranking dos seus adversários no TrueSkill. Ainda é um pouco cedo para se falar sobre a experiência online do game e como ele se comporta na Xbox Live, porém pelo pouco testado até o momento todas as coisas funcionarem muito bem, o Voice Chat funcionou bem, não houve qualquer lag e encontrar partidas foi muito rápido.

Diferentemente do modo campanha single onde você só controla os humanos, no modo multiplayer você poderá controlar as duas facções do universo Halo: a UNSC e os invasores alienígenas da Covenant. Um fator bem legal do jogo multiplayer é que você pode escolher um líder para a sua facção, sendo que, cada um deles poderá fazer muita diferença na sua estratégia no campo de batalha, o que é um toque muito legal de HW. Cada líder te dará acesso a diferentes unidades, bônus entre outras coisas no game.

Você poderá jogar partidas online em 1x1, 2x2 ou 3x3 em 14 mapas feitos especialmente para o modo multiplayer que, diferentemente do modo campanha, irão fazer os fãs de Halo sentirem que estão jogando um game de RTS mais próximo do que todos estão acostumados a ver. Assim como nos games FPS de Halo, a campanha de Halo Wars é cheia de ação rápida e divertida, com missões com objetivos cuidadosamente definidos.

Muitos fãs de Halo irão gostar da investida da Ensemble de misturar o gênero RTS com o épico universo da série. Se você é um desses fãs, com certeza irá encontrar muita diversão em Halo Wars, e até mesmo para você que não é um grande entusiasta do gênero de estratégia, Halo Wars é uma ótima pedida para a sua iniciação nesse gênero de jogo tão viciante, porém, se você for um daqueles fãs ultra hardcore procurando ação em cada poro, talvez você possa se desapontar um pouco com as opções de jogo de HW.

Halo Wars definitivamente consegue atingir o ponto na investida em trazer o universo Halo ao gênero de estratégia em tempo real. O que mais marca no game é, sem dúvida, a atmosfera de Halo que é presente em todos os lugares do game, e esse é uma de suas maiores forças, vale também o destaque para as cutscenes cinemáticas de HW que são fantásticas, apesar do personagens pouco expressivos e estereotipados. Em geral, Halo Wars é uma boa e nova experiência para esse épico universo criado pela Bungie ao longo de quase uma década, os fãs da série não irão se decepcionar com o resultado da investida da Ensemble e, sem dúvida, muitos novos gamers fanáticos irão ser atraídos para o universo Halo. Se você é fã da série, ou apenas mais um fã de games de estratégia, Halo Wars é mais uma ótima opção para que você perca muitas horas do seu tempo gamer.

Fonte:Gamelib.com.br

Posted by William Mendes - @WillCenter On 22:54 0 comentários

Análise-Bolt Super Cão


O longa de animação Bolt, que estreou no Brasil recentemente, inclusive com exibições em 3D, mostrou que o declínio dos estúdios Disney é coisa do passado. Com um roteiro inteligente e bem-humorado, o filme apresenta a história do simpático cãozinho Bolt, que protagoniza uma série de ação para TV ao lado da garotinha Penny. Após um episódio em que Penny é seqüestrada, Bolt se vê obrigado a salvá-la e foge do estúdio. Porém, ele acredita que é um herói com superpoderes e, ao encarar a realidade das ruas, acaba descobrindo o perigo de verdade.


Da telona às telinhas
Em vez de acompanhar a história do filme, o game reproduz as aventuras de Penny e seu supercão, como se fosse uma maratona de episódios da série Bolt. Apesar de a idéia ser boa, permitindo que o jogador incorpore tanto Penny em fases de ação furtiva quanto Bolt, que parte para o ataque frontal e frenético, o enredo é fraco e superficial, ao contrário do filme. Isso não afeta, entretanto, a diversão. A mecânica alia elementos dos jogos de plataforma em 3D, ação e espionagem, fazendo uma mistura interessante. Com a garotinha Penny, o jogador deve se infiltrar em fortalezas inimigas. Embora não traga superpoderes como Bolt, seu patinete multifuncional lhe serve para muitas ações. Suas fases são voltadas à exploração, realização de quebra-cabeças e ação furtiva, obrigando o jogador a passar despercebido entre os inimigos ou então eliminá-los antes que eles o percebam - nada muito profundo como em Metal Gear Solid, porém. Algumas outras funções, como a visão de Raio-X, que mostra detalhes escondidos dos cenários, ajudam a deixar a mecânica um pouco mais interessante. Já Bolt é dotado de superpoderes e enfrenta os inimigos de frente, criando longas seqüências de golpes. Um comando de ação permite acabar com o oponente de maneiras diferentes e divertidas, lançando-o longe ou executando uma série de golpes. Mais ágil e forte que a garota, Bolt pode dar saltos mais longos, destruir barricadas com o superlatido, além de outras habilidades especiais apresentadas no filme. Somando as duas fórmulas de jogo, Bolt se mostra um competente e divertido título de ação e plataforma, e utiliza de maneira criativa as habilidades dos protagonistas. Contudo, os mesmos desafios se repetem com uma certa freqüência, o que acaba sacrificando um pouco a diversão. Cenas animadas que exigem comandos rápidos do jogador, como emResident Evil 4 ou God of War, são bacanas no começo, deixando a ação mais cinematográfica, mas se tornam enfadonhas e repetitivas com o tempo. No mais, trata-se de um jogo caprichado, com uma produção que, obviamente, não se iguala à do filme, mas também não fica aquém aos jogos adaptados do cinema. Os cenários são geralmente ricos em detalhes, principalmente nas versões para Xbox 360, PlayStation 3 e PC. As animações, fluidas e graciosas, também agradam. Com algumas músicas empolgantes de séries policiais, a trilha sonora ajuda a enaltecer a ação, ainda que ela nunca fique realmente tensa, devido o baixo grau de dificuldade. Para os que preferem a versão totalmente em português do PC, que traz uma localização até competente mas que sofre um pouco com o volume desbalanceado, vale ressaltar que o controle via teclado é terrível e dificulta muito a realização de certas ações no jogo. Infelizmente, não há suporte a joystick. Já as versões para consoles, em inglês, não sofrem dos mesmos problemas. Em resumo Seguindo um caminho diferente do filme, Bolt consegue se destacar por sua mecânica, que mescla ação, aventura e plataforma de maneira competente, apesar de nunca oferecer a mesma empolgação do longa-metragem. Alguns desafios se repetem à exaustão, o que pode cansar o jogador mais impaciente. Apesar de seus problemas, é um jogo bem produzido, bonito e divertido, que deve agradar em cheio às crianças.



Fonte:Terra Games